Chico Fonseca afirma que não vende o jogador pelos seis milhões de euros oferecidos pelo Juventus e esclarece percentual de 40% do clube
O vice-presidente de futebol do Botafogo, Chico Fonseca, afirmou que ainda não recebeu a nova proposta oficial do Juventus, da Itália, pelo zagueiro Dória, de apenas 18 anos. Os valores esperados alcançam a marca de nove milhões de euros (R$ 24,7 milhões) e seriam pagos em duas parcelas, a segunda dependendo do desempenho do jogador nos primeiros seis meses no clube italiano.
Segundo Chico, a maior proposta que recebeu por Dória até o momento de seis milhões de euros (R$ 16 milhões). Por esse valor, o Botafogo não negocia o jogador, como já havia dito o presidente Maurício Assumpção.
- Por seis milhões de euros, não vendemos o Dória - decretou Chico, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
O Botafogo tem 40% dos direitos econômicos sobre Dória. Chico fez questão de explicar como chegou nestes valores, já que o jogador foi criado nas categorias de base do clube.
- Começamos com 80% e os empresários dele com 20%. Eles quiseram comprar mais 20% e nós vendemos outros 20% ao BMG, pois precisamos arrecadar para pagamento de salários. Assim, é o futebol - comentou Chico, lembrando que o mesmo processo aconteceu com Caio, de malas prontas para o Samsung Suwon Bluewings, da Coreia do Sul.
Dória está a caminho do Juventus, da Itália (Foto: Thales Soares / Globoesporte.com) |
Segundo Chico, a maior proposta que recebeu por Dória até o momento de seis milhões de euros (R$ 16 milhões). Por esse valor, o Botafogo não negocia o jogador, como já havia dito o presidente Maurício Assumpção.
- Por seis milhões de euros, não vendemos o Dória - decretou Chico, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
O Botafogo tem 40% dos direitos econômicos sobre Dória. Chico fez questão de explicar como chegou nestes valores, já que o jogador foi criado nas categorias de base do clube.
- Começamos com 80% e os empresários dele com 20%. Eles quiseram comprar mais 20% e nós vendemos outros 20% ao BMG, pois precisamos arrecadar para pagamento de salários. Assim, é o futebol - comentou Chico, lembrando que o mesmo processo aconteceu com Caio, de malas prontas para o Samsung Suwon Bluewings, da Coreia do Sul.
Por Thales SoaresRio de Janeiro