sábado, 30 de junho de 2012

Filha de Bebeto escolhe a vida de modelo



Stephanie Oliveira, 20 anos, revela em entrevista à Rádio Bandeirantes o ciúme do pai quando optou pela vida nas passarelas

Stephanie Oliveira trabalha como modelo desde os 13 anos
Acostumado a infernizar a vida dos zagueiros adversários na época de jogador, o tetracampeão Bebeto agora vive situação diferente. Pai da modelo Stephanie Oliveira, 20 anos, o craque de bola faz marcação cerrada para a filha não sair debaixo de sua asa.
A tarefa é complicada e já faz sete anos que ele leva dribles desconcertantes de sua pequena. Desde os 13, Stephanie vive nas passarelas e, para desespero do bom baiano, já morou em outros países como Itália, China e Nova Iorque. "Ele não gosta que eu viaje. Prefere sempre que fique mais perto dele", revela a garota em entrevista ao "Loucos por Futebol", da Rádio Bandeirantes.

Apesar do ciúme, Bebeto apoia a carreira da fila e se orgulha em vê-la nas capas de revista. Mas para brilhar nas passarelas do Brasil e do exterior, contou com a genética da mãe, Denise, que é ex-jogadora de vôlei. “Tenho 1,81m e 54kg. Não sou esquelética. Sou magra”, informa.

A mãe influenciou também a menina a praticar vôlei. Mas é o esporte do pai, que ela gosta de jogar nas horas vagas. “Gosto bastante de futebol. Lá em casa todo mundo é atleta. Sempre joguei futebol, sou flamenguista doente. Lá em casa tem quadra de futebol. Era até uma boa zagueira. Mas só para brincar.”

Por: Uol

Vitor Júnior se empolga com chance de vestir a 7 do Bota



Em visita ao LANCE!, meia se diz honrado por chance de usar número místico do Alvinegro, com saída iminente de Maicosuel


Vitor Junior na Redacao do Lance - (Foto:Cleber Mendes)
Habilidoso, meia tem números expressivos neste começo
 de Campeonato Brasileiro (Foto:Cleber Mendes)
No Botafogo, a camisa 7 é sinônimo de alegria, irreverência e dribles desde os tempos de Garrincha, nos anos 50. E a descrição empolga o meia Vitor Júnior, que se coloca à disposição para assumir o número alvinegro mais ilustre. Nesta sexta-feira, em visita à redação do LANCENET!, o meia afirmou: “quero a 7 para cair nas graças da massa.”

Apesar de estar no Botafogo há pouco tempo, desde maio, Vitor Júnior já conhece bem as tradições do Glorioso e o valor da 7, vaga com a iminente saída de Maicosuel para a Udinese (ITA). Diante do Bahia, no próximo sábado, no Engenhão, a valiosa peça pode ficar com Vitor, atual camisa 9, que chama a missão.
– Poder receber essa camisa, pelo que representa, seria gratificante. Minha identificação com a torcida aumentaria ainda mais, com certeza. Seria juntar a minha vontade com uma camisa histórica, a fome com a vontade de comer – destacou.

Aos 25 anos, o jogador está emprestado pelo Corinthians ao Botafogo até o fim da temporada, mas pensa em firmar raízes no Glorioso. E fazer bela história com a camisa 7:
– Pelos comentários, sei que a torcida tem gostado do meu futebol. Porém, não quero parar onde estou agora. Desejo crescer ainda mais, conquistar a torcida de vez.

A missão de Vitor Júnior não é fácil. Os alvinegros sempre esperam que o camisa 7 seja o fator de desequilíbrio no time, tenha coragem e arrisque dribles, valentia que o meia tem de sobra. Ele é o terceiro jogador que mais dribla no Brasileirão, com 21 tentativas certas, atrás apenas de Éverton Costa, do Coritiba, com 23, e Lucas, do São Paulo, com 29. Estatística de um herdeiro de respeito.

– Gosto de partir para cima... Imagina com a camisa 7 – disse o meia.

Alexandre Braz, Gabriel Andrezo, Raphael Bózeo e Vinícius Perazzini Leia mais no LANCENET!